
Tempo: (1) duração relativa das coisas que cria no ser humano a idéia de presente, passado e futuro; período contínuo e indefinido no qual os eventos se sucedem … (2) determinado período considerado em relação aos acontecimentos nele ocorridos; época …
Nessa época meus cabelos ainda eram longos. O tempo no velho relógio sobre a arca parecia se arrastar. Tudo era mais lento. E olha que isso nem faz tanto tempo assim. Pensei em Sinal Fechado, do Paulinho da Viola. Pensei nos velhos tempos e me deu saudade. Aquela casa era linda. Nasci e fiquei adulto lá, minha referência está na sombra daquelas grades projetadas de manhã cedinho na varanda. Hoje meus cabelos são curtos e o tempo parece correr mais rápido. Tudo bem eu vou indo em busca de um sono tranquilo, quem sabe…









Parabéns! Suas fotos emocionam não apenas pela beleza, mas principalmente pela sensibilidade.
As fotos e o texto acima me trouxeram nostalgia. As séries são lindas! “minutos depois da tempestade” é tão visceral quanto “still ladies”. “A caverna” e “urban space” remetem a solidão, “diários” a riqueza e a diversidade.
Adorei conhecer o seu trabalho.
Também tenho saudade da casa onde vivi até os 25 anos. O apartamento, na verdade. Nunca mais ouvi os barulhos da casa de máquinas do elevador (que ficava em cima do apartamento), nem do assoalho de tábua corrida estalando depois da dilatação no calor. A vizinha debaixo chamando o filho (“Sandroooo”) e os chinelos do meu pai batendo no chão. Só os chinelos dele faziam aquele barulho. O cheiro da casa também. As pessoas se mudam, os móveis, tudo vai junto, mas o cheiro da casa num é o mesmo, não é?
Adoro a casa nova da sua mãe, mas também sinto falta da outra
Desculpe a nostalgia, seu post que fez isso…rs